Parashah 31: Emor (Fale) 21.1-24.23

Parashah 31: Emor (Fale) 21.1-24.

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A Parashah Emor inicia-se com o Eterno instruindo Moshêh acerca de mandamentos concernentes aos kohanim, filhos de Aharon. São enumerados certos mandamentos acerca do serviço no Mishkan (Tabernáculo), como restrições sobre tocar cadáveres, proibições relativas aos costumes das nações pagãs, e regras relativas ao casamento de um kohen. Estes mandamentos tinham uma função dupla que era a de promover a santidade e evitar profanação do Nome de Elohim.
Mister se faz importante salientar que estes mandamentos não foram dados a todos os Levitas como se poderia pensar em um primeiro momento. Eram somente para os Levitas descendentes de Aharon.
O Eterno escolheu Aharon [e seus descendentes], bisneto de Levi, dentre todos os levitas para serem seus sacerdotes (Num. 17:1-10). Assim sendo, somente os kohanim descendentes físicos de Aharon eram os designados para os deveres sacerdotais para oferecer korbanot (sacrifícios) e realizar avodah (ofício sacerdotal) em nome de Yrsra-EL. Os outros descendentes de Levi foram atribuídos papéis para ajudar na manutenção dos Mishkan. Desta forma, enquanto todo levita é um israelita (descendente de Ysra-EL), nem todo levita (descendente de Levi) é um Kohen (exclusividade somente dos descendentes de Aharon).
A segunda parte da parashah aborda as convocações sagradas, ou seja, as festas do Eterno. A parashah lista 08 (oito) seguintes convocações:
1) Shabbat: observância semanal do shabbat;
2) Pessach: também conhecida como a Páscoa;
3) Festa da Matzah ( A Contagem do Omer é mencionada pela primeira vez nesta seção da Torah (Vaykra[Levítico]23:9-16;
4) Festa das Primícias: O dia que se seque após o primeiro dia da “festa dos pães sem fermento”;
5) Shavuot: A Festa das Semanas (ou Dia de Pentecostes, na terminologia cristã);
6) Yom Teru’ah, também chamado de Rosh Hashaná que é o Ano Novo;
7) Yom Kippur – Dia do Perdão: Nele, é dado especial ênfase ao perdão e à reconciliação;
8) Sukkot: A Festa das Semanas (ou Dia de Pentecostes, na terminologia cristã);
A parashah termina narrando o episódio em que um homem que amaldiçoou o nome do Eterno (O Tetragrama Sagrado). Elohim disse então a Moshêh que o homem deveria ser executado, deixando a advertência de que “quem blasfemasse o nome de Adonai deveria ser executado”.
Da parashah aprendemos que se realmente estamos dispostos a servir ao Eterno, devemos ter sinceridade em nossos corações em fazê-lo, devemos ser “santos”, buscar a santificação, um padrão excelente de conduta. Além disto, devemos ser fiéis ao Eterno e por isto temos o dever de participar de todas as suas convocações, seus Yom Tov consagrados a Ele. Ámen.

Escrito por ETs Uri Ben Abraham (Alex)

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