Parashah 28: M’tzora (Afligida com tzara’at) 14.1-25.33

 

Resumo da Parashah

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A parashah m’tzora continua narrando acerca das aflições da pele decorrente à tzara’at visto na parashah anterior. Moshêh fornece outros detalhes acerca da purificação daquele antes atingido, agora purificado da tzara’at.

Assim sendo, a pessoa afligida pela tzara’at já submetido a teshuvá (arrependimento) e que aparentemente se mostrasse curado da enfermidade solicitava ao sacerdote que o reexaminava. Caso não fosse visto nenhum sinal de impureza, um segundo exame era procedido em sete dias e se fosse constatado que a metzora (pessoa afligida pela tazara’at) estava curada, o processo de purificação era iniciado.

Após o exame o kohen exigia que a metzora trouxesse os seguintes itens:

– Uma tigela de louça cheia de água de nascente;

– Dois pássaros vivos e puros;

– Uma vara de madeira de cedro;

– Um galho de hissopo;

– Tecido escarlate (uma linha escarlate);

O kohen então ordenava que uma das aves fosse abatida sobre o vaso de barro cheio de água de nascente fresca, com o sangue misturado com a água. O pássaro vivo, o pedaço de cedro e o ramo de hissopo eram então amarrados juntos usando o fio escarlate, e todo o feixe era mergulhado no vaso de barro. A mistura de sangue e água era então aspergida sete vezes na metzora cicatrizada. Em seguida o pássaro vivo era libertado.

A pessoa afligida lavava suas roupas, raspava os cabelos e sobrancelhas e banhada em mikveh. Em seguida, passado sete dias, no oitavo ele novamente se banhava em mikveh e ofereceria as ofertas de chatat (oferta pelo pecado), asham (oferta de culpa), olah (oferta ascendente) e mincha (oferta de cereais).

O sangue da oferta de asham (oferta de culpa) era misturado com óleo e aplicado no lóbulo da orelha, polegar e pé direitos, assim como o era na ordenação do kohen. O óleo de uma oferta de refeição era aspergido sete vezes diante de Adonai.

Em seguida a pessoa poderia voltar ao convívio com os demais.

Podemos pensar o porquê dos objetos usados no ritual de purificação; Segundo nossos sábios a madeira de cedro utilizada representava o orgulho, que esta é uma grandiosa árvore; o hissopo por sua vez, representa a humildade, já que é um dos mais baixos ramos; o sangue indica a expiação do pecador; o fio escarlate, que era um fio de cor vermelha muito viva representa Yeshua – o sangue do Mashiach que mantém tudo junto – que torna possível a expiação.

Disto extraímos que devemos sempre estar com nossos corações voltados para Yeshua Ha Mashiach, pois assim como Ele tocou e curou muitas pessoas e também muitos afligidos por tzara’at, perdoando assim seus pecados com base na legítima teshuvá daqueles que creram, que também nós, com base em nossa emunah no Mashiach e verdadeiro arrependimento de nossos pecados, nos apresentemos a Ele e imploremos com sinceridade para que Ele também nos toque e assim, diante de Sua infinita Misericórdia, Restaure nossa comunhão com o Eterno. Amen.

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