Parashah 27: Tazria (Conceber) 12.1-13.59

Resumo da Parashah

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A parashah Tzaria se inicia com a discussão das leis de pureza ao que se refere ao parto.  Conforme se depreende da leitura da parashah, a mãe é tratada como niddah, considerada impura em relação ao santuário por 40 dias caso tenha dado a luz à um menino e 80 dias caso tenha dado à luz a uma menina.  A criança, sendo um menino deverá ser circuncidado ao 8º (oitavo) dia. Sendo a mulher considerada purificada deve trazer um cordeiro de até um ano como korban ou duas pombas ou dois pombinhos (caso tenha poucas posses) para uma oferta pelo pecado.

Hoje em dia, no qual não temos mais o Beit Hamikdash, a mulher que dá à luz passa por um processo de purificação que inclui a imersão em um mikveh (um conjunto de água naturalmente recolhido). Os meninos devem ser circuncidados no oitavo dia de vida em uma cerimônia de brit milah.

parashah continua e descreve acerca da tzara’at, que era uma doença espiritual que podia afligir a pele, roupas e até mesmo a casa da pessoa atingida pela enfermidade. Caso surgisse inchaço, casca de ferida ou mancha brilhante na pele da pessoa, o enfermo era levado até o kohen, o qual diagnosticava a doença. Caso o kohen ficasse em dúvida, a pessoa era colocada em quarentena e obrigada a fazer teshuvá. Em uma segunda avaliação, sendo verificado que a mancha havia crescido em tamanho a pessoa era declarada impura e em seguida deveria a pessoa afligida por tzara’at, seguir as leis prescritas para tratamento da enfermidade.

Todos os casos de tzarat’at, como no caso que atingia as roupas do enfermo ou sua casa deveria ser investigado pelo kohen. Por exemplo na casa atingida havia a presença de uma cor verde ou vermelha nas paredes e, em certos casos, a casa poderia ser demolida e seus resíduos jogados para fora do acampamento.

Muitos erroneamente confundem a tzara’at com a lepra ou hanseníase de hoje mas, na verdade era uma doença espiritual aplicada pelo Eterno para levar o afligido a fazer teshuvá. O Talmude Bavili (Erachin 15b, 16.a), cita sete motivos para tzara’at, a saber: “homicídio, adultério, orgulho, roubo, avareza, um juramento vago e é claro, o pecado de lashon hará”.

Da leitura da Brit Hadashah extraímos que YESHUA curou um homem afligido pela tzara’at (Mattityahu[Mateus]8:1-4); Um prodígio que somente poderia ser operado pelo Eterno. Também observamos que Ele continuou puro. Isto somente vem demonstrar que YESHUA é o Mashiach de Ysra-EL. É por meio dEle que, fazendo nossa verdadeira teshuvá e implorando por Sua Misericórdia que podemos obter a cura de nossas enfermidades e o perdão dos nossos pecados. Amen.

Escrito por Ets Uri Ben Avraham.

Judaísmo Nazareno SP

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