Parashah 20: Tetzaveh (Ordene) 27.30-30.10

 

images (3)Resumo da parashah
A parasha se inicia com o Eterno ordenando a Moshêh que diga aos filhos de Ysra-EL que forneçam azeite puro para a “chama eterna” a menorah. Também na parashah há a descrição de como devem ser as vestes usadas pelos Kohanim (sacerdotes) para servirem no Tabernáculo.

De acordo com a tradição judaica, o azeite a ser usado para ascender e manter a luz da menorah acesa deveria ser o melhor azeite e isto implicava ser proveniente do melhor fruto, da melhor azeitona da oliveira, ou seja, deveriam ser os “primeiros frutos das azeitonas”, deveriam ser os frutos do topo.
A menorah sempre era mantida acesa todas as tardes e queimava durante toda a noite. Durante as manhãs o sacerdote entrava na seção do kodesh do mishkan para esvaziar as cinzas da menorah e inserir outros pavios. No entanto, um midrash diz que o ma’aravi mais leve do oeste – continuaria queimando e ele era usado para acender as outras seis luzes da menorah.
De acordo com o historiador judeu Flávio Josefo o mesmo afirma que três das sete lâmpadas foram permitidas queimar durante o dia também. No entanto, de acordo com uma opinião no Talmud (Rashi, Tratado Shabbat 22b) , enquanto todas as lâmpadas recebiam a mesma quantidade de azeite, a lâmpada “mais ocidental” (de acordo com Rashi, a lâmpada central devido à sua orientação), milagrosamente nunca ficou sem óleo de modo que quando Aharon acendia as lâmpadas todas as noites, ele sempre a achava ainda queimando.
Este milagre de acordo com o Talmud, no Tratado de Menahot 86b, foi tomando como um sinal de que a Shechinah descansou sobre Ysra-EL. Foi chamado o ner hama’aravi (lâmpada ocidental ) por causa da direção de sua mecha.
O milagre do ner hama’aravi terminou cerca de 40 anos antes da destruição do Templo de acordo com o Talmud no Tratado de Yoma 39.a em que nossos Rabinos ensinaram que nos últimos 40 anos antes da destruição do Templo (isto é, no ano 30 da Era Comum, ou seja, próximo entre o ano do sacrifico expiatório de Yeshua), quando o kohen era Simeão Hatsadik, oportunidade em que a tira de lã vermelha era amarrada nos chifres do bode expiatório no Dia da Expiação, milagrosamente ficava branca, o que indicava que o Eterno aceitara o sacrifício e perdoara os pecados do povo e nunca mais ficou branca também assim, “a luz mais ocidental” da menorah que dantes brilhava, a partir de então, agora se encontrava ora brilhando, ora falhando.
Depois do sacrifício expiatório de Yeshua, quando “o véu do kodesh ha kodashim foi rompido” a milagrosa luz central da menorah que antes somente brilhava ali no templo, passou a brilhar para todo o mundo e isto podemos ver belas palavras do livro de Yochanan (João) 1.9 que diz:

“Ele (Yochanan) não era a luz, mas veio para dar testemunho da luz.
Pois a verdadeira luz (Yeshua), que ilumina a todo homem, estava chegando ao mundo”.

Escrito por ETs Uri Ben Abraham.

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